Com saída de Bruno Peixoto, Alego terá nova presidência a partir de 2027. (Foto: Alego)
A disputa pela sucessão de Bruno Peixoto (UB) na presidência da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) já tem, pelo menos, cinco pretendentes declarados – seja de forma pública ou nos bastidores. Já expressaram publicamente o interesse Lissauer Vieira (PL), que volta à Casa, e Paulo Cezar Martins (MDB), decano que vai para o sétimo mandato.
Além deles, Virmondes Cruvinel (UB), Issy Quinan (MDB) e Cairo Salim (MDB) articulam entre pares para tentar largar em vantagem e construir uma composição para comandar a mesa diretora em 2027 e 2028.
Quinan é apontado como favorito em muitas correntes da Alego, mas tem evitado os holofotes justamente para não se queimar. Lissauer, que já comandou a Casa, tem apoio de algumas alas, enquanto os demais são vistos como azarão.
Na última semana, deputados estaduais eleitos tentaram sondar o governador Daniel Vilela (MDB) sobre o tema. Contudo, o chefe do executivo estadual quer evitar o assunto e planeja definir posição somente se um improvável quadro desfavorável ao governo se configure. O argumento para não se pronunciar agora é que é necessário esperar o segundo turno da eleição presidencial.
Bruno Peixoto preside a Alego desde 2023, quando foi eleito numa composição que ia do PL ao PT. As movimentações precoces tendem a favorecer justamente uma espécie de ‘frente ampla’ para contemplar todas as legendas.
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