Depois de perder três nomes competitivos na chapa de candidatos a deputado federal, o PSDB refez as contas e reduziu a projeção de eleitos. Se antes os tucanos davam dois nomes como certos, agora a aposta é que a nominata vai consagrar apenas um dos 16 candidatos restantes.
Flávia Teles, Henrique Arantes e Jeferson Rodrigues eram tidos como nomes com potencial de ter boa votação, o que contribuiria para a meta da chapa PSDB-Cidadania em eleger dois deputados federais. A viúva de Maguito Vilela abandonou primeiro a disputa por problemas de saúde. Arantes foi o segundo, há duas semanas, com queixas sobre o fundo eleitoral.
O último da vez foi Jeferson Rodrigues. O deputado desistiu da reeleição e alegou problemas de ordem pessoal. A decisão dele gerou mal-estar na cúpula tucana, sobretudo porque ele recebeu mais de R$ 1 milhão de fundo eleitoral no início de setembro para tocar a campanha.
A aposta de eleição hoje se concentra em Alcides Ribeiro, outro parlamentar que busca recondução. Ele é tido como nome mais forte da chapa.
Quem ainda guarda otimismo fala em fazer duas cadeiras com uma vaga na sobra. Itamar Leão, ex-prefeito de Sanclerlândia, disse à coluna Giro, de O Popular, que estima de 300 mil a 330 mil votos, que na visão dele seriam suficientes para uma segunda cadeira. Ele citou como outro nome competitivo na chapa o ex-prefeito de Bom Jesus de Goiás, Adair Henriques, que teve sua elegibilidade confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO).
A chapa ainda tem o ex-prefeito de Goianésia, Leonardo Menezes, que concorre sob o nome de Leozão, e Felipe Cecílio, que recebeu apoio dos três candidatos tucanos desistentes da corrida.
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