Rebanho bovino de Goiás cai pelo terceiro ano seguido

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Rebanho bovino em Goiás mais uma vez. (Foto: Reprodução)

Dados da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), divulgada nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram queda no tamanho do rebanho bovino goiano pelo terceiro ano consecutivo. O número de cabeças foi estimado em 22,5 milhões em 2025, redução de 3,25% na comparação com os 23,2 milhões de 2024.

Em 2022, o estado teve o recorde da cabeças de gado, com 24,4 milhões. Em 2023, caiu para 23,7 milhões; depois 23,2 milhões em 2024; e agora 22,5 milhões.

No Brasil, o efetivo bovino totalizou 234,3 milhões de cabeças em 2025, com diminuição de 1,66% em relação ao ano anterior. Mesmo com a retração, Goiás manteve a terceira posição entre as unidades da federação com os maiores rebanhos bovinos do país, atrás apenas de Mato Grosso, com 31,6 milhões de cabeças, e Pará, com 25,6 milhões.

O estado respondeu por 9,6% do efetivo bovino nacional. Entre os municípios brasileiros, São Félix do Xingu (PA) liderou o ranking nacional, com 2,7 milhões de cabeças, seguido por Corumbá (MS), com 2,2 milhões e Porto Velho (RO), com 1,7 milhão.

Destaque do Norte

Os maiores rebanhos bovinos de Goiás permaneceram concentrados na região Norte do estado em 2025. O primeiro município goiano a aparecer entre os maiores rebanhos bovinos do país foi Nova Crixás, que ocupou a 14ª posição nacional com 795,1 mil cabeças. O efetivo do município cresceu 2,9% em relação a 2024, movimento oposto ao observado para o conjunto do estado.

Além de liderar o ranking goiano, Nova Crixás respondeu sozinha por 3,5% do rebanho bovino estadual em 2025. Também figuraram entre os principais rebanhos goianos São Miguel do Araguaia, com 598 mil cabeças e a 31ª colocação nacional, e Porangatu, com 440 mil cabeças e a 58 ªposição no país.


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