Apesar de recorde de votos, participação feminina na Alego tem avanço tímido

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Graciele da Arte Trigo, ex-prefeita de Campo Limpo, foi uma das eleitas em Goiás.

Carol Faria (MDB) estabeleceu um novo recorde de votos para o cargo de deputado estadual em Goiás. Foram mais de 109 mil, numa campanha em que, de última hora, ela substitui o falecido marido, o deputado Amilton Filho (MDB). A marca, muito atrelada também ao trabalho que o parlamentar fazia, foi um marco numa eleição em que a participação feminina na Assembleia Legislativa quase não avançou.

Em 2022, foram eleitas quatro mulheres: Bia de Lima (PT), Rosângela Rezende (Agir), Vivian Naves (à época no PP, agora no Republicanos) e Zeli Fritsche (à época no PRTB, agora no PSD). Em 2026, cinco mulheres ocuparão cadeiras na Alego.

Veja como foi a apuração

Além de Carol Faria, comporão a bancada feminina Bia de Lima – única reeleita do grupo, Joscilene do Mangão (Agir), Graciele da Arte Trigo (Agir) e Kátia Maria (PT). Rezende e Naves disputaram a reeleição, mas não conseguiram a recondução. Zeli tentou vaga na Câmara Federal, mas ficou de fora.

Embora sejam 53% do eleitorado goiano, as mulheres são apenas 12,19% das deputadas estaduais. Para além de Vivian e Rosângela, outras mulheres tiveram votações razoáveis, mas não se elegeram. Casos de Débora Domingues (Podemos), com 18.179; Nárcia Kelly (PP), com 17.655; e Nayara Barcelos (Novo), com 16.423.


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